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O cuidado de DEUS

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O mal do culto à urgência - Fabiana Corrêa - 08/03/2010


José Carlos Teixeira Moreira, presidente do IMI: Quem não sabe gerenciar 
o tempo não sobrevive numa cultura de imediatismo

Entrevista: José Carlos Moreira e Sigmar Malvezzi

A pressa virou valor nas empresas, dizem José Carlos Moreira e Sigmar Malvezzi, 
consultores que vêm apoiando quem quer tirar a corda do pescoço

Metas cada vez mais desafiadoras e pressão por desempenho no curto prazo (três meses, no caso das empresas de capital aberto) ajudaram a criar a cultura de urgência nas companhias e nos profissionais. A pressão por resultados tirou muitas empresas do caminho traçado em sua estratégia e as colocou cada vez mais para trabalhar em sobressaltos, diz José Carlos Teixeira Moreira, presidente do Instituto de Marketing Industrial (IMI), com sede em São Paulo, que presta consultoria em gestão para apenas seis grandes empresas por ano.

José Carlos e Sigmar Malvezzi, consultor do IMI e professor de gestão na Fundação Getulio Vargas, vêm estudando o tema e atuando nas empresas para tirá-las dessa correria. Aqui, os dois falam sobre a pressa que tomou conta das corporações e seus efeitos na vida das pessoas.

"A pressa está comprometendo o futuro das empresas e dos profissionais. Elas não conseguem implantar sua estratégia e eles só sabem trabalhar na urgência"

Quando é que começou esse culto à urgência?
José Carlos Moreira: Percebemos que isso vem se intensificando, mas, no ano passado, era uma queixa da maior parte das empresas que procuravam o Instituto de Marketing Industrial para projetos de consultoria. A pressão, as metas, a conjuntura econômica com fusões, o medo de ser substituído ou engolido fez com que a pressa virasse um valor. Ficou comum mudar tudo na última hora. Ninguém mais parece achar isso estranho, ou falta de planejamento. Aí, as empresas começaram a confundir pressa com velocidade. Pressa é para quem está atrasado. A urgência, no hospital, é para quem deixou a coisa chegar no limite, mas as empresas estão vivendo assim, como se estivessem no limite o tempo todo, e põem em risco sua estratégia. Em alguns casos, nem mesmo traçam essa estratégia, pois estão engolidas pela urgência. Notamos que 60% das empresas com as quais temos contato estavam com essa questão, mesmo quando a urgência não fazia parte do negócio.

A evolução tecnológica influenciou esse culto? 
 Sigmar Malvezzi: A tecnologia da informação fez crescer a cobrança por desempenho e resultados no menor tempo possível. É como se tudo tivesse de ser feito em tempo real. Mas isso também aumenta a ocorrência de erros estratégicos e, consequentemente, dos custos qualitativos e psicológicos. As pessoas que crescem com esse ambiente, nessa cultura, acabam desenvolvendo uma capacidade limitada de pensar por causa do tempo curto imposto.

Como isso mudou a carreira e as competências nas empresas?
 Sigmar: Administrar um negócio era algo mais ligado a habilidades cognitivas e racionais. Hoje tem a ver com inovação, boa utilização do tempo e intuição. Quem não sabe gerenciar o tempo e trabalhar com esse imediatismo tem sérias dificuldades de sobrevivência. Mas temos que questionar se todas as áreas de uma organização precisam trabalhar assim em período integral.

José Carlos: É mais complicado assegurar um ambiente agradável e propício à criatividade e aos relacionamentos. Temos que questionar se é correto avaliar desempenho baseados somente no cumprimento de metas de curto prazo. O problema é que as metas e cobranças mudam a cada minuto.

Esse cenário vem afetando os negócios e a qualidade?
 José Carlos: A Toyota é um exemplo disso. Sempre foi marcada pela qualidade. Quando assumiu a liderança, teve inúmeros problemas por causa da pressa em ficar em primeiro lugar. Mas isso é uma escolha. As empresas duradouras, que sonham com a continuidade, têm velocidade, e não pressa. Elas constroem relações éticas, que têm a ver com o passado, e senso de prosperidade, que está ligado ao futuro.

Essas empresas exigem um tipo de profissional que não havia há algumas décadas. Como ele é? 
 José Carlos: Elas escolhem os meninos, os mais jovens, sempre. É o método submarino em uma guerra, em que só entram os mais jovens, os que não sabem o que estão perdendo e não questionam para conseguir chegar aonde precisam. Não é só o caso de passar muitas horas no trabalho, mas de tomar atitudes que apenas pessoas muito jovens submetidas a uma grande pressão seriam capazes de tomar. Tenho conversado com headhunters para entender as consequências disso no longo prazo e sei que há executivos, mesmo jovens, que estão estigmatizados. Não conseguem mais se adequar a companhias onde o tempo é menos cruel e onde as pessoas discutem as questões. Em boa parte, são muito individualistas e aceitaram o convite da empresa para trabalhar de um jeito mercenário. Você paga, eu faço. Se algo não estiver bom para mim, eu vou embora. Com o tempo, isso acaba contaminando os clientes e os fornecedores.

As fusões e aquisições influenciam esse cenário? 
José Carlos: O medo de ser substituído por outro, a pressa em definir quem fica no meio desse ambiente de sobreposição de cargos... Se instala, então, um processo de consolidação de poder, que leva a uma luta pela sobrevivência.

Quem tem de ficar de olho para que as coisas não cheguem a esse ponto? 
 José Carlos: Acho que esse é um papel da primeira linha da gestão. E há definitivamente um despreparo dos profissionais de RH. Eles têm que perceber que, na pressa, as pessoas acabam se fiando apenas na intuição, pois não têm tempo para definir estratégias de longo prazo. É tudo no curto prazo e o que a empresa queria para daqui a dez anos se perdeu diante das mudanças do dia a dia.

Fonte: você s/a

Uma rara crítica cristã

Angélica Fernandes de Oliveira Vitalino

É muito bom poder fazer opções entre os filmes em cartaz... Sim, porque na maioria das vezes, nós, cristãos, não temos esse privilégio. Filmes carregados de misticismo e mentiras maliciosas lotam as telas e não são adequados aos cristãos.

Estreou esta semana o filme “O Livro de Eli” protagonizado por ninguém menos que nosso irmão Denzel Washington. A trama do filme é despretenciosa e simples, porém agrada ao paladar cristão: Eli é um andarilho solitário que pretende levar o último dos exemplares de uma Bíblia ao oeste americano. O cenário é uma terra desolada por uma guerra – que o filme não se presta a contar os detalhes – em um cenário futurista.
A filmagem realizada no deserto mexicano permitiu uma fotografia azulada quase monocromática, mundo perceptivelmente arrasado pela falta de mordomia humana. Em todo o percurso do filme, Eli salta com textos bíblicos que deixam a trama ainda mais densa e familiar.


A história é cheia de metáforas bastante compreensíveis para aqueles familiarizados com a Palavra. A começar pela destreza notável do personagem em lidar com uma espada afiadíssima que porta, maior responsável pelas fortes cenas de violência esquartejante: “cortante e penetrante” (Hb 4.12). A analogia é clara.

Também a maldade humana é cruelmente revelada – homens agindo quase que irracionalmente revelam uma ‘involução moral’ –, teoria pouco aceita nesses atuais dias, entretanto apregoada na Palavra em 2 Timóteo 3.1-2: “ Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem…”.

Um outro aspecto que nos chama a atenção é o fato de o vilão déspota Carnegie (Gary Oldman) ter uma real obsessão pelo livro, alegando que este o dará poderes de manipulação e sedução de massa, fazendo menção aos falsos profetas do seio eclesiástico da última geração na Terra : “Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo” (2 Co 11.13). O antagonista detém o poder sobre sua terra porque possui acesso a água, extremamente escassa nesse cenário futurista. A água, essencial à vida, é ainda mais desejada por Carnegie, o que mostra o poder valioso que o livro tem.

É inspirador o fato do cuidado sobrenatural na vida de Eli que, por trinta longos anos, é o guardião desse livro. Salvo o lado hiperbólico e ficcional, comuns aos filmes de aventura, o protagonista é milagrosamente salvo de ataques de canibais e mercenários e conservado em vida. Tudo sob incríveis efeitos sonoros. Ele anda com um destino certo – o oeste – e também é precisa a sua missão (Isaías 46.3-4: “Vós, a quem trouxe nos braços desde o ventre e sois levados desde a madre e até a velhice, eu serei o mesmo, e ainda até as cãs eu vos carregarei; eu vos fiz, e eu vos levarei”).

É óbvio, também, o enaltecimento da Palavra, que a todo custo é preservada por Eli. A visão grandiosa e gloriosa de que ela trará salvação é explícita e faz com que a glória de todas as bibliotecas, quando comparadas a este único livro, diante de seus ensinamentos eternos, seja desprezível e vã.

A lição do sacrifício de Eli em função de algo que realmente vale a pena é clara. Eli, com todos os perigos desfavoráveis de sua missão, é um lutador diligente e treinado com técnicas de defesa e sobrevivência. A correlação entre o esforço do personagem e o andar cristão de hoje pode ser assim feita: o convite ao combate do bom combate, não sendo possível aos cristãos evitar tal conflito. Uma guerra prevista no tão comentado livro, que exige estratégia e perseverança. Uma guerra de jubiloso fim com vitória prometida àqueles que corajosa e sacrificialmente se entregam aos planos de Deus.

Angélica Fernandes de Oliveira Vitalino tem formação acadêmica em Letras e Teologia, é professora e psicopedagoga e membro da Igreja Cristã Eterna Aliança em Parnamirim/RN.

Leia o livro
Cinema e Fé Cristã, Brian Godawa
FONTE: Ultimato

Ver além do cisco

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Cristão torturado morre após três dias no hospital - 23/3/2010 - 15h25



 
 
Cristão é queimado vivo por muçulmanos extremistas  
PAQUISTÃO (14º) - Faleceu ontem Arshed Masih (leia mais), de queimaduras graves em 80% do seu corpo, sofridas quando o cristão de 38 anos foi queimado por não se converter ao islamismo. O funeral do cristão, que morreu três dias depois do ataque, deve acontecer esta tarde, mas a família pediu “que fosse feita uma autópsia”. A comunidade cristã no Paquistão condenou firmemente o episódio e denuncia a lentidão do governo em punir os responsáveis.

No dia 19 de março, um grupo de extremistas muçulmanos queimou vivo Arshed Masih, um motorista empregado por um rico empresário em Rawalpindi. Sua esposa trabalhava como empregada no mesmo local, em frente a uma delegacia. Recentemente, surgiram discussões entre o empregador, Sheikh Mohammad Sultan, e o casal, por causa de sua fé cristã. Eles sofreram ameaças e intimidações para forçá-los a se converter ao islamismo.

Arshed Masih faleceu ontem, às 19h45, após três dias no hospital de Rawalpindi, província de Punjab. Sua esposa Martha Arshed foi abusada sexualmente pela polícia quando tentou denunciar a violência cometida contra seu marido. Os três filhos do casal foram forçados a testemunhar as agressões contra seus pais.

O funeral de Arshed será realizado nesta tarde, apesar das tensões permanentes na área. Testemunhas locais afirmam que “toda a família está em choque, e pede que seja realizada uma autópsia antes do enterro”. Muitas associações cristãs e ativistas de direitos humanos – como Life for All, Christian Progressive Movement, Pakistan Christian Congress e Protect Foundation Pakistan –  estão realizando protestos em frente ao hospital.

Ontem, o governo da província de Punjab bloqueou uma passeata de cristãos, sob o pretexto de “ameaça terrorista”. A comunidade local queria protestar contra a “recusa” da polícia em prender os culpados pelo crime.

Tradução: Missão Portas Abertas


Fonte: AsiaNews
 
 

 

Meditação na Palavra

A coisa mais importante que tenho a fazer é ler a Palavra de Deus e meditar nela. Assim meu coração pode ser confortado, encorajado, alertado, reprovado e instruído.

Anteriormente, assim que levantava, eu começava a orar tão logo quanto possível. Mas, freqüentemente, eu gastava entre quinze minutos e uma hora, sobre os joelhos, lutando para orar enquanto minha mente vagava. Agora raramente tenho esse problema. Como meu coração está nutrido com a verdade da Palavra, sou levado à verdadeira comunhão com Deus. Eu falo com meu Pai e meu Amigo (embora eu não seja digno) a respeito das coisas que Ele me traz em Sua preciosa presença.

Sempre me surpreende eu não ter visto a importância de meditar nas Escritura mais cedo em minha vida cristã. Assim como o homem exterior não está apto para o trabalho por qualquer extensão de tempo a menos que coma, assim também o homem interior. Qual é o alimento para o homem interior? Não é a oração, mas a Palavra de Deus – não a simples leitura da Palavra de Deus, de forma que ela apenas passe por nossas mentes, assim como a água corre por um encanamento. Não, nós devemos considerar o que lemos, examinar cuidadosamente, e aplicar aos nossos corações.

Quando oramos falamos com Deus. Este exercício da alma pode ser melhor executado após o homem interior ter sido alimentado pela meditação na Palavra de Deus. Através da Sua palavra, nosso Pai fala conosco, nos encoraja nos conforta, nos instrui, nos humilha e nos reprova. Podemos meditar de maneira frutífera, com a benção de Deus, embora estejamos espiritualmente enfraquecidos, quanto mais fracos estivermos, de mais meditação precisamos para fortalecer nosso homem interior. A meditação na Palavra de Deus tem me dado a ajuda e força para passar em paz por profundas provações. Como é diferente quando a alma está renovada em comunhão com Deus logo cedo pela manhã! Sem preparação espiritual, o serviço, as provações, e as tentações do dia podem se tornar grandes demais para que os possamos enfrentar.
 
A Autobiografia de George Muller
George Muller
editora: Editora IDE
série: Achados
 
  

Ame

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Você está em parafuso?


Você está em parafuso?
Dr. Silmar Coelho
Ref: I Reis 19


Estamos vivendo dias difíceis e o problema não é porque a vida é difícil, as lutas sempre irão existir. A adversidade faz parte do sucesso. Deus está sempre nos alongando; como um atleta. A vida é uma maratona em que temos que começar bem e terminar bem.

Na correria louca da vida moderna somos colocados em extremos e se não nos policiarmos não teremos tempo para buscar as coisas de Deus.
Quando ficamos escravos da vida moderna a nossa mente fica ocupada o tempo todo. Elias entrou em parafuso. Você já entrou?

OS SINTOMAS SÃO:

- irritabilidade; -insônia; -sonera; -vontade de desistir; -úlcera; -gastrite; -isolamento; -perca do humor; -perca do otimismo; -perca da criatividade; - cinismo. Quando isso se prolonga, você pode entrar em uma situação de stress permanente em estado irreversível.


Existem pessoas que se acostumam com a unção. Elias por muito tempo carregou o peso da nação de Israel. Ele só cuidava do espiritual e o problema apareceu! Um dia ele recebeu um recado de Jezabel..., você já recebeu um "recado"? Existem recados que destroem as estruturas. Elias se isolou, abandonou seu discípulo e foi para o deserto!

Preste atenção: uma coisa é você se isolar para ficar com Deus e outra é você se isolar para ficar sozinho. Tem hora que não podemos ficar sozinhos! Elias desejou morrer e dormiu! Quem sabe você esta se isolando da igreja, dos irmãos..., e tudo isto porque você está achando que Deus te abandonou! Isto não é verdade - o caminho da restauração é longo...

Deus mandou um anjo enquanto Elias dormia. Existem pessoas que se condenam porque dormem! Está cheio de pastores com muita carga em cima deles (cobrança) e a unção não desce porque a pessoa está ansiosa e cansada! O anjo vem quando você dorme! Não tem nada de errado em dormir! Deus te criou para dormir também, o problema é se você é um dorminhoco.

O anjo tocou em Elias e disse: Levanta-te e come! Deus usou coisas naturais - um pão e uma botija de água e Elias comeu e bebeu e voltou a dormir! E o anjo veio a ele segunda vez... e disse: come, bebe, fortalece-te porque o caminho é longo – (não tente fazer tudo de uma vez! você tem que estar bem com você mesmo, vive! Dê tempo ao tempo!)

E ele caminhou 40 dias e 40 noites! Irmão só fique sozinho quando você estiver bem! E ele foi para a montanha e Deus falou ministrou palavras de vida a ele... e Elias foi para a caverna... Deus nos visita na caverna! Deus não acusou Elias quando perguntou o que ele fazia ali... Deus perguntava para que Elias soubesse porque ele (Elias) estava lá.

Elias havia perdido o foco, esqueceu-se de tudo... As lutas têm a tendência de nos fazer esquecer o que somos – focalizando o problema na direção errada... E a resposta de Elias para Deus denota uma dura realidade - culpar os outros.

As desculpas não nos levam a nada! Fomos chamados para o melhor de Deus! Deus vai nos sustentar. Você é um homem de Deus e o teu Deus é o dono do ouro e da prata. Deus sustenta a quem Ele chama e Ele 'passa' nos nossos piores momentos. O segredo da benção é voltar pelo caminho que viemos... Deus não nos deixa só! Nós é que não vemos que o Senhor está conosco... 

Vire o seu rosto para Deus e volte a sorrir

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Agarre-se à esperança

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Citações sobre a Bíblia


“A alma jamais pode vaguear sem rumo, se tomar a Bíblia para lhe guiar os passos” – Napoleão Bonaparte
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"A Bíblia não é somente um grande livro de referências históricas, mas é também um Guia para a vida diária, e por esta razão eu a respeito e amo” – Hailé Salassié
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"A coisa mais fantástica é que todos aqueles que lêem a Bíblia têm a mesma alegre coisa para dizer sobre ela. Em todos os lugares e em todos os idiomas, é a mesma história: onde este Livro é lido, não apenas com os olhos, mas com a mente e o coração, a vida é mudada. Tristes são confortados, pecadores são transformados e pessoas que estão nas trevas são iluminadas. Não é maravilhoso pensar que este Livro, que é assim tão poderoso quando tem a chance de trabalhar num coração honesto, esteja em nossas mãos hoje?" - Amy Carmichael
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“A leitura da Bíblia em si, é uma educação” – Alfred Lord Tennyson
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"A menos que leiamos a Palavra de Deus, não seremos instruídos pelo Espírito, e a menos que sejamos instruídos pelo Espírito, não seremos servos santos e eficientes. Em outras palavras, amar a Palavra, aprender da Palavra e viver da Palavra são o plano de Deus para nosso crescimento espiritual" - David L. McKenna
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“É impossível escravizar mental ou socialmente um povo que lê a Bíblia. Os princípios são os fundamentos da liberdade humana” – Dorace Greeley
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“É impossível governar perfeitamente o mundo, sem Deus e sem a Bíblia”  - George Washington
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“Em todas as minhas perplexidades e angústias a Bíblia nunca deixou de me fornecer luz e vigor” – Robert E.Lee
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"Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do Mundo nos são ditas através deste Livro." - Abraham H. Maslow
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"Há mais indícios seguros de autenticidade na Bíblia do que em qualquer história profana" - Isaac Newton
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"Leia a Bíblia, não apenas como história, mas como uma carta de amor escrita por Deus para você"  – Thomas Watson
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"Livro de minha alma aqui o tenho: é a Bíblia. Não o encerro na biblioteca, entre os de estudo, conservo-o sempre à minha cabeceira, à mão. É dele que tiro o pão para a minha fome de consolo, é dele que tiro a luz nas trevas das minhas agonias." - Coelho 
Neto
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"O vigor de nossa vida espiritual está na proporção exata do lugar que a Bíblia ocupa em nossa vida e em nossos pensamentos. Faço esta declaração, solenemente, baseado na experiência de cinqüenta e quatro anos"  - George Müller
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"Perguntado sobre suas realizações como Reformador, Martin Lutero disse: - Eu simplesmente ensinei, preguei e escrevi a Palavra de Deus. Nada mais fiz. A Palavra de Deus fez tudo. A Palavra de Deus gera vida"- Mark Dever
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"Qual é o alimento para o homem interior? Não é a oração, mas a Palavra de Deus, e, novamente, não se trata de apenas ler a Palavra de Deus (...), mas de considerar o que lemos, ponderar sobre o que lemos e aplicar o que lemos aos nossos corações" -
George Muller

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"Quanto mais você lê a bíblia e quanto mais medita nela, mais você se surpreende com ela" - Charles H. Spurgeon
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"Que o homem progrida quanto quiser, que todos os ramos do conhecimento humano se desenvolvam ao mais alto grau, coisa alguma substituirá a Bíblia, base de toda a cultura e de toda a educação" - Immanuel Kant
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"Tão grande é a minha veneração pela Bíblia que, quanto mais cedo meus filhos começam a lê-la, tanto mais confiado espero que eles serão cidadãos úteis à pátria e membros respeitáveis da sociedade. Há muitos anos que adoto o costume de ler a Bíblia toda uma vez por ano" - John Quincy Adams
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"Um bom conhecimento da Bíblia vale mais do que uma educação superior. Quase todas as pessoas que com o trabalho de suas vidas acrescentaram algo para o conjunto das realizações humanas... basearam o seu trabalho grandemente nos ensinamentos da Bíblia" - Theodore Roosevelt
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"Um homem honesto com a Bíblia aberta, um bloco de notas e uma caneta pode estar certo que vai descobrir rapidamente o que está errado com ele" - A.W. Tozer
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"Uma pessoa que se privou do conhecimento da Bíblia privou-se da melhor coisa que existe no Mundo" - Woodrow Wilson
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"Muitos livros em minha biblioteca estão agora desatualizados. Foram bons enquanto eram novos, à semelhança das roupas que usei quando tinha dez anos de idade; mas eu cresci e as deixei para trás. Ninguém jamais deixa para trás as Escrituras por ter crescido; esse livro se amplia e é mais conhecido à medida que passam nossos anos". - C. H. Spurgeon  
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"A leitura da Bíblia em si, é uma educação" - Alfred Lord Tennyson
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Procure evitar as contendas

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Os braços amorosos de Deus são refúgio certo

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O Senhor Não Falhará - Eu Confiarei Sempre

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'A Bíblia é uma arma', prega Denzel Washington

G1 - 18/03/10 - 15h24
Ator está em 'O livro de Eli', que estreia nesta sexta-feira no Brasil.
Em entrevista, ele fala sobre o filme e os riscos do fanatismo religioso.

Depois de interpretar um policial corrupto em "Dia de treinamento" e um traficante de drogas em "O gângster", Denzel Washington volta a caminhar entre o bem e o mal em "O livro de Eli", novo filme dos irmãos Hughes, que estreia nesta sexta (19) no Brasil.


O ator Denzel Washington, em cena de 'O livro de Eli' (Foto: Divulgação)

Na história, Washington interpreta um tipo solitário que está disposto a tudo para proteger um livro sagrado que guarda segredos supostamente capazes de salvar a humanidade em um cenário pós-apocalíptico.

Cristão adepto da Church of God in Christ, popular igreja pentecostal afro-americana, o ator conversou com jornalistas em Los Angeles sobre o filme, e o G1 participou da entrevista. Leia a seguir os principais trechos.

Pergunta - O que te atraiu em “O livro de Eli”?
Denzel Washington - Meu filho gostava muito da história e acabou me convencendo a fazer o filme. Era um bom roteiro. Não apenas mais um filme de ação, “O livro de Eli” tem conteúdo, tem uma mensagem. É o bem contra o mal. São vários fatores do mundo espiritual. ,E pensando bem, ele me convenceu a fazer “Dia de treinamento” e “O gangster”, então acho que acertamos 3 de 3 (risos).

Pergunta - No filme, a Bíblia é tratada ora como uma ferramenta de ajuda à humanidade ora como uma ferramenta para se ter mais poder. Como analisa esta mensagem?
Washington - Sabe, sei que isso vai soar estranho, mas a Bíblia é como uma arma. Se ficar aí, em cima de uma mesa, nunca vai machucar ninguém. É uma questão de como você vai usá-la. E isso não se aplica apenas à Bíblia, mas também às palavras. Mas neste caso é interessante porque Eli escuta essa voz que lhe diz para levar a mensagem da Bíblia pelo país, por uma boa causa. Mas ele é o homem mais violento do filme. Quando ele chega numa encruzilhada que o leva a esta cidade onde tem que lidar com um homem cruel, ele precisa também lidar com sua própria humanidade.

Pergunta - Já o personagem de Gary Oldman, Carnegie, tem uma outra visão da Bíblia.
Washington - Carnegie obviamente só está procurando uma maneira de manipular a verdade. E nós conhecemos bem essa história, nem sequer precisamos da Bíblia para isso, basta assistir à televisao. Cada lado tentando convencer que tem razão e para isso vivem enchendo a sua cabeça com informação o dia todo. Por isso, que para mim, Deus e estes ótimos livros são espiritualidade. Religião é quando o homem se apodera de um deles e diz o meu está certo e o seu errado. Mas assim é o ser humano. É a nossa falha, uma falha fatal.

Pergunta - Você sabe citar a Bíblia?
Washington - Não sou tão bom assim para citar a Bíblia como sou para parafraseá-la (risos). Mas estou aprendendo mais e mais. É a terceira vez que faço a leitura da Bíblia, mas só leio um capítulo por dia, então demora um tempão. Tenho também um livro de estudos que antes de cada capítulo ajuda a entender o contexto, a época na qual a história se passou. Por exemplo, no caso do Novo Testamento, o livro explica o que estava acontecendo em Roma, ou com Cesar etc. É muito bom.

Pergunta - O que aprendeu com essas leituras?
Washington - Antes das refeições a gente sempre abençoa e agracede pela comida, fala uma prece e encerra com amém. ‘Deus é amor’. Eu achava que ‘Deus é amor’ era uma só palavra, por ser algo que você recita a toda hora, rapidamente, de maneira quase automática. Aos poucos, durante estes anos, fui aprendendo a recitá-las mais lentamente e percebi que são três palavras. Deus. É. Amor. Independente de qual a sua religião ou livro que esteja lendo, acho que esta é uma lição que ainda estamos aprendendo como pessoas, como raça. Não significa que meu Deus é amor, e o seu não. E aqui vou parafraseando de novo (risos): ‘Faça aos outros o que gostaria que fizessem a você’. Essa é a mensagem fundamental de todas as religiões, mas, de alguma maneira, nós distorcemos isso.

Pergunta - O que motiva Eli é a sua fé. No seu caso, o que mais te motiva?
Washington - Também a minha fé. E a minha familia. Tenho muito prazer em ver meus filhos crescerem. E também o meu trabalho. Estou começando a ensaiar para esta excelente peça americana, ‘Fences’, na Broadway, com a atriz Viola Davis, e nem sequer durmo à noite só pensando e trabalhando nisso. É de um vencedor do prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson, e foi encenada em 1987, rendendo um prêmio Tony ao James Earl Jones. Como ator, gosto de desafios como esse e como o do filme ‘O livro de Eli’.

Fonte: G1

Ouça a voz de Deus, sempre!

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Cada dia, hora e minuto são especiais

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Perguntas que equilibram as emoções


Vivemos um tempo em que é muito fácil perder o equilíbrio emocional e espiritual. Uma dificuldade que muitos cristãos enfrentam é aceitar a realidade e responder a ela apropriadamente. Nossas reações emocionais emergem da forma como pensamos sobre a vida e os acontecimentos. Não são as realidades externas que nos perturbam, mas o julgamento que fazemos sobre elas. Sobretudo, a forma como cremos que Deus participa delas.

O apóstolo Paulo, em carta aos cristãos que viviam na capital do Império Romano, faz quatro perguntas retóricas que nos ajudam a construir uma estrutura espiritual capaz de produzir em nós sentimentos e atitudes verdadeiros diante das diferentes situações e experiências.

Primeira pergunta: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”. Sabemos que existem muitas coisas “contra nós”. Existem acidentes, doenças, mortes. Existem crises econômicas e políticas. Existem fofocas, mentiras, calúnias, traições. Paulo não está afirmando que nada disso vai acontecer conosco. Acontecem com todos os santos. Podemos sofrer as frustrações de um divórcio, a angústia da demissão ou a desilusão em relação aos amigos. Tudo isto atua “contra nós”. Porém, a pergunta de Paulo é: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?”.


Como reagimos emocionalmente a estas situações? Fugindo? Vitimando-nos? Responsabilizando os outros? Duvidando de Deus? A verdade que compõe a estrutura espiritual de Paulo é que Deus é por nós. O Deus Criador de todas as coisas, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, é por nós. Paulo estava seguro desta verdade, e tal convicção moldava seu pensamento e, consequentemente, seus sentimentos e emoções.

Segunda pergunta: “Aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?”. A ansiedade é um dos grandes males do nosso tempo. Porém, quando achamos que estamos perdendo alguma coisa, Paulo nos convida a perguntar: Se na cruz Deus nos deu o melhor, por que o medo de perder algo? Confiamos que ele nos dará tudo de que precisamos? A verdade que sustenta a vida de Paulo é: o Deus que nos deu o que tinha de mais precioso não deixará de nos dar nada que nos seja necessário.

Como reagimos emocionalmente ao sentimento de que algo está faltando? Davi responde: “O Senhor é meu pastor, nada me faltará”. Como Paulo, ele confiava no Deus que ama e supre cada uma de nossas necessidades.

Terceira pergunta: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?”. Somos constantemente afligidos por sentimentos de culpa. Para Paulo, se Cristo nos justifica, quem pode nos condenar? O veredicto que ele apresenta não é baseado no que temos feito, mas no que Cristo fez. As pessoas podem nos acusar, cobrar ou condenar, mas isto pode mudar alguma coisa? O único que de fato pode nos acusar é o mesmo que nos justifica.

O nosso maior problema não são os outros, somos nós. Uma grande liberdade emocional nasce do simples fato de nos fazer esta pergunta: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?”.

Quarta pergunta: “Quem nos separará do amor de Cristo?”. Aqui Paulo fala de situações que podem nos fazer sentir que Deus se esqueceu de nós. Tribulação, angústia, perseguição, fome, nudez, perigo, espada -- situações que ele viveu. São experiências com grande potencial de nos fazer sentir abandonados. De onde vêm estes sentimentos? Destes eventos ou do que pensamos sobre eles? Podem estas circunstâncias nos separar do amor de Cristo? Para Paulo, não.

Nossas respostas aos fatos não são determinadas por eles, mas pelo julgamento que fazemos deles. Se julgarmos que uma provação tem o poder de nos afastar do amor de Deus, certamente nos afastará. Se julgarmos que alguém pode levantar uma acusação contra nós e nos fazer sentir culpados, certamente isto acontecerá. Fazer tais perguntas não muda as circunstâncias, mas muda a forma como as vemos ou julgamos. Ao fazê-las, adquirimos uma perspectiva correta e amadurecemos nossos sentimentos.


• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração”.

Fonte: Ultimato

Não se pode desperdiçar a oportunidade

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Deus é sempre bom?

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Lágrimas na semeadura

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Perseguição Romana e Mártires Cristãos

por:
Robert G. Clouse e outros
As primeiras perseguições aos cristãos partiram de autoridades judias na palestina. O primeiro mártir registrado nas Escrituras foi o diácono Estevão (At 6 — 7), apedrejado por uma multidão, possivelmente em 36 d.C. O próximo foi Tiago — filho de Zebedeu e um dos doze apóstolos — morto por Herodes Agripa I em 44 (At 12). De acordo com Josefo e Eusébio, Tiago, o irmão de Jesus e líder da igreja de Jerusalém foi apedrejado como resultado da instigação do sumo sacerdote em 62, logo depois da morte do governador Festo. 
A expulsão dos judeus de Roma ordenada por Cláudio e registrada por Suetônio pode ter sido resultado de um tumulto causado por cristãos judeus que estavam pregando sobre Cristo nas sinagogas. Nero queria fazer dos cristãos os bodes expiatórios do incêndio na capital em 64 d.C. Suetônio declarou laconicamente: “O castigo foi infligido sobre os cristãos, uma classe de homens dados a superstições maldosas”. A descrição vívida feita por Tácito da brutalidade de Nero vem há séculos mexendo com a imaginação:
Consequentemente, para livrar-se da delação, Nero colocou a culpa e infligiu as mais terríveis torturas sobre uma classe odiada por suas abominações, chamada pelo populacho de cristãos. Christus, do qual o nome é originado, sofreu a pena capital durante o reinado de Pôncio Pilatos... Além de sua morte, houve zombarias de todo o tipo. Cobertos por peles de animais, eles foram rasgados por cães e pereceram, ou pregados a cruzes, ou condenados pelo fogo e queimados, para servir de iluminação noturna quando a luz do dia havia expirado. Nero ofereceu seus jardins para o espetáculo. [1]
Uma fonte cristã mais recente (Sulpício Severo) relata: “Naquele tempo, Paulo e Pedro foram condenados a morte, sendo o primeiro decapitado com a espada enquanto Pedro sofreu a crucificação”. Algumas tradições populares, porém, não tem fundamento histórico. Uma delas é de que Pedro estava fugindo de Roma para evitar a perseguição de Nero e encontrou Jesus na Via Ápia. Ele disse: “Aonde vais, Senhor?” (Quo vadis domine?) Jesus respondeu: “Vou a Roma para ser crucificado novamente”. Foi então que o apóstolo voltou à capital para encontrar-se com seu destino. Uma outra lenda afirma que Pedro pediu para ser crucificado de cabeça para baixo. 
Eusébio indica que, por volta do ano de 95, Domiciano baniu muitos cristãos de Roma, inclusive sua sobrinha Flávia Domitila. Clemêncio, marido de Domitila e primo do imperador, foi executado por “ateísmo”, que na época significava a conversão ao Judaísmo. Só alguns séculos depois é que surgiu a idéia de que Clemêncio era cristão. Outra evidência indireta de perseguição sob o governo desse imperador foi a expulsão de João de Patmos (Ap 1.9) e alguns comentários em I Clemente
A carta do governador romano Plínio para Trajano (cerca de 112 d.C.) contém uma referência explícita à perseguição. Ele pediu conselho ao imperador sobre se deveria tomar medidas contra aqueles que eram acusados de serem cristãos, tendo em vista que ele próprio não estava certo se “o simples nome de cristão” era uma ofensa punível. Em todos os casos, ele acreditava que a “teimosia e obstinação inabalável” desse povo deveriam ser punidas. Ele também relatou que havia usado de tortura para interrogar “duas escravas, que eles chamam de diaconisas”, para saber mais sobre as práticas cristãs. 
Por algum motivo desconhecido, Inácio, bispo de Antioquia, foi para Roma durante o reinado de Trajano e lá sofreu o martírio. Seu amigo próximo, Policarpo, mais tarde também foi martirizado em Esmirna depois de recusar-se a negar a Cristo com estas memoráveis palavras: “Oitenta e seis anos eu O servi e Ele não me fez mal algum. Como posso, então, blasfemar contra meu Rei que me salvou?”
A base legal para a perseguição dos cristãos ainda é assunto de debate entre os estudiosos. Em várias ocasiões eles foram acusados de “traição”, “crimes”, “atos vergonhosos” e “obstinação”. O preconceito e a falta de compreensão alimentavam vários rumores populares. Os cristãos que se recusavam a tomar parte nas cerimônias e atividades pagãs eram suspeitos de serem desleais e anti-sociais. Por tratarem uns aos outros como “irmãos” e “irmãs” e encontrarem-se em segredo, eram acusados de imoralidade. Referências feitas na Ceia do Senhor sobre comer o corpo e beber do sangue de Cristo davam origem a suspeitas de canibalismo.
Justino Mártir foi morto durante o governo do imperador estóico Marco Aurélio, enquanto o heroísmo dos mártires em Viena e Lião no sudeste da Gália (França) em 177 d.C. é um dos grandes episódios da história do Cristianismo. Eusébio descreve como quarenta e oito cristãos foram mortos nos anfiteatros, incluindo a escrava Blandina que foi chifrada por um touro, diante de multidões pagãs sedentas de sangue. Marco Aurélio desdenhosamente chamou esses mártires de tolos obstinados. 
Seu filho Cômodo era um imperador farrista que se divertia com jogos de gladiadores e deixou os cristãos em paz. Porém, uma dúzia deles foi executada pelo governador da Sília no norte da África em 180 d.C. e muitos cristãos foram mortos na província da Ásia. É possível que estes últimos fossem montanistas tendo em vista que esse grupo tinha um zelo especial em procurar o martírio. Em 202, cinco foram mortos em Cartago, sendo as mais conhecidas dentre eles Perpétua — uma mãe que ainda amamentava — e sua escrava Felícitas. O diário de Perpétua, que registrou as visões que Deus enviou para encorajá-la, era especialmente apreciado entre os montanistas, tendo em vista que enfatizavam a importância de revelações diretas pelo Espírito Santo.
Leônidas, pai do conhecido estudioso Orígenes, foi morto em Alexandria em 202. O filho desejava muito juntar-se ao pai, mas sua mãe frustrou a tentativa ao esconder suas roupas. Mais tarde, em 206, oito dos alunos de Orígenes foram mortos. Em 211 um soldado cristão foi executado ao recusar-se a usar uma coroa de louros por estar associada ao paganismo. Tertuliano, que elogiou o exemplo desse mártir militar, desencorajou os cristãos a servirem no exército já que isso poderia levá-los a ter que aceitar práticas pagãs.

A primeira tentativa sistemática de eliminar o Cristianismo por todo o império ocorreu em 250 sob o governo de Décio, um dos efêmeros “Imperadores de Quartel”. Ele exigiu que todos fizessem oferendas em honra a ele próprio e proferissem juramentos pela fortuna dele como demonstração de sua lealdade. As pessoas tinham que obter um libelo, um documento que atestava que haviam feito um sacrifício. Aqueles que se recusassem a participar desse ritual civil e religioso encaravam duras conseqüências. Vários bispos foram executados, inclusive Fabiano de Roma, Alexandre de Jerusalém e Bábilos de Antioquia. Outro foram encarcerados, como Dionísio de Alexandria; Orígenes morreu depois de ser submetido a tortura em 251. Durante essa época, literalmente centenas de pessoas foram martirizadas por causa de sua fé. 
Cipriano, bispo de Cartago, descreve em seus escritos os problemas gerados pelas perseguições. Para seu desespero, amedrontada, a maioria dos cristãos abandonava a fé e oferecia sacrifícios para se proteger. O próprio Cipriano se escondeu e justificou esse ato referindo-se ao conselho de Jesus para fugir (Mt 10.23). Alguns cediam ao comprar libelos sem ter na verdade feito os sacrifícios.
Depois do falecimento de Décio, os líderes da Igreja assumiram posições diferentes em relação àqueles que fraquejavam. Novaciano um antipapa de Roma, adotou a postura mais rigorosa e excluiu todos aqueles que haviam negado a fé. Porém, Cipriano e Cornélio, os bispos de Roma concordaram em aceitar de volta à comunhão aqueles que haviam comprado libelos depois da devida demonstração de arrependimento, enquanto aqueles que haviam de fato realizado sacrifícios só seriam readmitidos em seu leito de morte. 
Alguns anos mais tarde, Valeriano redigiu uma série de éditos voltados para os líderes da Igreja. Esses éditos exilavam bispos, proibiam todos os encontros de cristãos e legalizavam a demissão de servos cristãos da casa imperial, sendo estes banidos para trabalhar em propriedades imperiais. Um dos resultados foi a execução dos bispos Cipriano e Sisto II de Roma.
A perseguição final ocorreu sob o governo de Diocleciano, o último grande imperador pagão antes de Constantino. Diocleciano e seu assistente Galério ofenderam-se com cristãos que fizeram o sinal da cruz justamente quando sacerdotes pagãos procuravam prever o futuro ao olhar as entranhas de animais sacrificados. Assim, ele lançou quatro éditos, cada um mais severo que o anterior. De acordo com Eusébio, “uma carta imperial foi promulgada por toda a parte, ordenando a destruição das igrejas e a queima das Escrituras”. 2 Aqueles que distribuíam as Escrituras ou outros objetos sagrados eram conhecidos como traditores (traidores). Líderes da Igreja foram presos e pressionados a fazer sacrifícios para o imperador. Somente na cidade de Nicomédia, duzentos e sessenta e oito cristãos foram executados. Um segundo édito ordenava a prisão do alto clero enquanto um terceiro édito lhes oferecia a anistia caso eles fizessem sacrifícios. O quarto ordenava todos os cristãos a fazerem sacrifícios ou enfrentar a pena de morte ou trabalho forçado. 
A perseguição cessou quando Diocleciano se aposentou em 305. Galério admitiu que essa política havia fracassado e lançou um édito de tolerância em 311, enquanto sofria de uma terrível doença que certos membros da Igreja da época interpretaram como sendo castigo divino. Dois anos mais tarde, Constantino deu fim a era de perseguição com um decreto: “Nosso propósito é dar tanto aos cristãos como a todos os outros a autoridade de seguir qualquer tipo de adoração que cada um deseje”.

NOTAS:
[1] - Tático, Anais 15.44.

Fonte: Dois Reinos, Robert G. Clouse, Richard V. Pierard, Edwin M. Yamauchi, Editora CEP. Compre clicando aqui.

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Mantendo-se firme enquanto espera

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Bom humor, mau colesterol - por Mario Persona


Ela sorriu para mim, por isso decidi levá-la para jantar. Não é sempre que a gente encontra um sorriso assim, muito menos em um supermercado. Tive sorte. Se ela não tivesse sorrido, aquele jantar não teria acontecido.
Um sorriso faz toda a diferença, especialmente no atendimento ao cliente. Ficam excluídos desta obrigação coveiros, carcereiros e proctologistas. Porém, na grande maioria dos casos, o sorriso sempre será bem-vindo e até obrigatório.
Mas como sorrir quando é obrigação? Com a atitude mental adequada, o que você obtém quando aprende a rir de si mesmo e das circunstâncias. Sim, porque o sorrir é um gentil subproduto do rir de si mesmo, uma das técnicas utilizadas para se fazer humor.
Humor é como colesterol: tem do bom e do ruim. O pior humor, e também o mais fácil de se produzir, é o que apela para a linguagem chula, muito usada nos tempos da ditadura e da censura. O pessoal pagava para ir ao teatro rir de palavrão e chamava aquilo de cultura.
Uma variação moderna é a dos programas humorísticos de TV para a terceira idade, ricos em sexo, malícia e colesterol, mas pobres em cenários: quando não é na praça, é na sala de aula.
O humor chulo também é comum entre compositores de funk, pagode ou axé, sei lá, que gostam de brincar com cacófatos. Geralmente quem faz esse tipo de humor, e o público que o aprecia, não sabe o que é cacófato.
Subindo na escala encontramos o "humor às custas do outro", que escolhe uma vítima para debochar. Como acabo de fazer com os compositores de funk, pagode ou axé, sei lá. Esta técnica faz o humorista e sua plateia se sentirem superiores, o que pode ser muito engraçado ou não passar de um patético deboche infundado para chamar a atenção.
Foi o caso do ator Robin Williams na entrevista que deu ao David Letterman. De uma tacada só ele debochou da Oprah, da Michelle Obama e da Pátria Amada, ao comentar a vitória do Brasil para hospedar as Olimpíadas:
“Chicago enviou a Oprah e a Michelle. O Brasil mandou 50 strippers e meio quilo de pó. Não foi uma competição justa”, insinuou Robin Williams enquanto a plateia obedecia ao sinal luminoso que dizia "LAUGH".
O humor seguinte na escala é aquele que faz do próprio humorista a vítima. Quando rio de mim mesmo, eu me fragilizo e me torno deliberadamente vulnerável. É por isso que costumo abrir minhas palestras sorrindo de forma ampla, geral e irrestrita. O público que acha graça, logo entra na minha. O público que não acha, pensa que eu sou bobo e me olha com um olhar caridoso de quem diz: "Ok, vamos dar uma chance a ele".
É esse o humor das pessoas de bom humor, que não têm medo de se expor ao ridículo ou de rir de circunstâncias que, para outras, teria o efeito de uma TPM das bravas. Como diz o ditado, "quem ri de si seus males espanta". Tudo bem, esta é a versão para quem nem cantar sabe.
Finalmente, a forma mais inteligente, nobre e saudável de se fazer humor é quando o humorista transforma a si mesmo e a toda a plateia em vítimas. São as situações nas quais todos, sem exceção, se enxergam ridículos e acabam rindo um riso companheiro e solidário. É como se todos andassem na rua distraídos e batessem a cabeça no mesmo poste ao mesmo tempo.
Este é o humor que desopila o fígado, alivia as tensões e une as pessoas, ao invés de separá-las. É o humor que se transforma em um sorriso duradouro e contagiante, como o sorriso com que ela sorriu para mim na seção de frios do supermercado.
Seus olhos negros como azeitonas, sua pele de um branco que lembrava mussarela, seus cabelos dourados como queijo cheddar e lábios carnudos e vermelhos como uma fatia de salame me fizeram salivar.
A balconista me observava sorridente, enquanto eu a parabenizava por sua criatividade. Coloquei no carrinho a pizza com cara de moça que a balconista criara, e fui para casa jantar bom humor e mau colesterol.

Última foto da pizza feliz minutos antes de meu jantar.


Fonte: Mário Persona CAFÉ

A maior aventura da sua vida

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Vou parar de correr o dia inteiro atrás do vento!

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Profissionais bemhumorados ganham mais e são mais produtivos

Os americanos Adrian Gostick e Scott Christopher lançaram um livro que defende a tese de que profissionais bemhumorados ganham mais e são mais produtivos

Maurício de Almeida Prado, 37 anos, sócio da promotora de eventos Plano1: campeonato de aviões de papel para aliviar o estresse - Crédito: Retoque e manipulação de imagem de Marcelo Calenda sobre foto de Raul Junior
Maurício de Almeida Prado, 37 anos, sócio da promotora de eventos Plano1: campeonato de aviões de papel para aliviar o estresse
Dar uma boa risada diminui os níveis de estresse, reduz a pressão arterial e até combate dores. Além dos benefícios para a saúde, manter o espírito leve ajuda no desenvolvimento profissional. Esta é a tese do livro The Levity Effect (O efeito leveza, em português), dos americanos Adrian Gostick, expert em análise organizacional e co-autor do best-seller empresarial O Princípio do Reconhecimento (Editora Campus/Elsevier, R$ 66), e do humorista Scott Christopher, publicado pela Editora John Wiley & Sons, ainda inédito no Brasil. Segundo a dupla, um ambiente de trabalho “leve” favorece o crescimento pessoal e aumenta a satisfação profissional, além de contribuir positivamente para o faturamento da empresa. Por leve entenda-se um local em que há liberdade para conversas, brincadeiras e, eventualmente, algumas piadas.

Profissionais bem-humorados também são os primeiros a ser lembrados pelo presidente da empresa quando o assunto é promoção. Um estudo da consultoria americana Hodge-Cronin & Associates apontou que 98% de 737 altos executivos contratariam ou promoveriam o boa-praça no lugar do carrancudo. Mas Scott alerta: ter alto-astral não signifi ca que você precisa se transformar no palhaço do escritório. “Leveza não tem a ver com gargalhadas fora de hora, e sim com a vontade de encarar os problemas com otimismo sem deixar de apresentar bons resultados”, diz ele.

AVIÕEZINHOS E PRODUTIVIDADE
Os irmãos paulistanos Guilherme e Maurício de Almeida Prado, de 33 e 37 anos, respectivamente, são adeptos do bom humor no trabalho. Formados em administração de empresas, eles fundaram em 2001 a agência de promoção de eventos Plano1 e se preocuparam em instituir uma cultura de descontração, que é construída desde o processo seletivo. Para entrar na companhia é essencial ter bom relacionamento interpessoal e espírito positivo. “Um profi ssional sério não se adaptaria bem ao nosso clima”, diz Maurício. Os 85 funcionários da Plano1 comemoram o alcance das metas com almoços temáticos fora do escritório, podem contar histórias engraçadas na newsletter da agência e até participar de campeonatos de aviãozinho de papel — no ano passado, os profi ssionais foram até o campus da Universidade de São Paulo para lançar as dobraduras.

Os donos dos aeroplanos mais velozes e performáticos foram premiados com brindes. A Acesso, empresa paulistana de digitalização de documentos, também cultiva o clima de diversão. A cada 15 dias, os funcionários participam de um café da manhã coletivo, repleto de guloseimas, no qual são estimulados a contar histórias pessoais. “É comum ouvir funcionários que vieram de outras empresas dizendo que trabalham melhor na Acesso porque se sentem à vontade para ser eles mesmos”, diz Diego Torres Martins, fundador da empresa. Ao contrário do que possa parecer, participar de práticas divertidas não prejudica a produtividade.

Uma pesquisa citada no livro The Levity Eff ect mostra que um aumento de cerca de 10% na satisfação dos funcionários no trabalho resulta num crescimento de aproximadamente 40% em produtividade. “Se você trabalha com alegria e participa de programas que instigam o humor, consegue se concentrar mais para resolver problemas e cumprir metas difíceis, características fundamentais para se tornar um bom líder”, diz Thais Trevisan, consultora de comunicação estratégica da Hewitt Associates, consultoria em gestão de RH, em São Paulo.
Leia mais: Você S/A

Troca de Jugo

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O que nos contaram nossos pais...


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